A alegria dos filhos de Deus (2)

Para meditar: mais sobre a alegria dos filhos de Deus
Palavras de São Josemaria Escrivá
● Não és feliz, porque ficas ruminando tudo como se sempre fosses tu o centro: é que te dói o estômago, é que te cansas, é que te disseram isto ou aquilo…
– Experimentaste pensar nEle e, por Ele, nos outros? (Sulco, n. 74)
● Dar-se sinceramente aos outros é de tal eficácia, que Deus o premia com uma humildade cheia de alegria (Forja, n. 591).
● Não esqueças que, às vezes, faz-nos falta ter ao lado caras sorridentes (Sulco, n. 57).
● A alegria de um homem de Deus, de uma mulher de Deus, há de ser transbordante: serena, contagiosa, cativante; em poucas palavras, há de ser tão sobrenatural, tão pegadiça e tão natural, que arraste outros pelos caminhos cristãos (Sulco, n. 60).
● Não alcançaremos nunca a autêntica alegria sobrenatural e humana, o “verdadeiro” bom humor, se não imitarmos “de verdade” Jesus; se não formos, como Ele, humildes (Forja, n. 590).
● Talvez ontem fosses uma dessas pessoas amarguradas nos seus sonhos, decepcionadas nas suas ambições humanas. Hoje, desde que Ele se meteu na tua vida – obrigado, meu Deus! -, ris e cantas, e levas o sorriso, o Amor e a felicidade aonde quer que vás (Sulco, n. 81).
● Otimismo? Sempre! Também quando as coisas correm aparentemente mal: talvez seja essa a altura de romperes a cantar, com uma Glória, porque te refugiaste nEle, e dEle só te pode vir o bem (Sulco, n. 90).
● O autêntico amor traz consigo a alegria: uma alegria que tem as suas raízes em forma de Cruz (Forja, n. 28).
● Experimentas uma alegria interior e uma paz que não trocarias por nada. Deus está aqui: não há coisa melhor do que contar-Lhe as penas, para que deixem de ser penas (Forja, n. 54).
● A alegria é um bem cristão, que possuímos enquanto lutamos, porque é consequência da paz. A paz é fruto de se ter vencido a guerra, e a vida do homem sobre a terra – lemos na Escritura Santa – é luta (Forja, n. 105).